terça-feira, 31 de maio de 2016

Dom Lucena nos fala nesta edição como se vive, em sua diocese, aquela expressão de fé do nosso povo a que chamamos de “piedade popular”, qual lugar de encontro com Jesus Cristo, como nos diz o Documento de Aparecida.
Mais do que considerações, o bispo de Guarabira nos traz o testemunho de uma fé que vem de dentro, de uma religiosidade popular que “tem que ser alimentada, acompanhada por todos nós pastores”, afirma.
Ele nos fala sobre a piedade popular como um modo de se sentir parte da Igreja e uma forma de ser missionários, missionárias nos tempos de hoje, com os desafios do mundo. Vamos ouvir (ouça clicando acima).
Diocese de Guarabira Com Rádio Vaticano
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Neste domingo, 29 de maio, às 15:30h, uma missa marcou o encerramento da face diocesana do processo de beatificação do Padre José Antônio Maria Ibiapina. A cerimônia aconteceu no distrito de Santa Fé, no município de Solânea (PB), com presidência do bispo da Diocese de Guarabira dom Francisco de Assis Dantas de Lucena. Na oportunidade, uma urna com os restos mortais do Servo de Deus foi exposta e novamente depositada na capela do Memorial que leva o nome do candidato a santidade.
Os restos mortais já haviam sido removidos para exumação em outra oportunidade, porém, desta vez a exumação tem caráter definitivo com direção de membros da Congregação para Causas dos Santos do Vaticano, em Roma. A exumação faz parte do processo de estudo para reconhecer oficialmente a santidade do religioso.
O recipiente foi levado para a parte interna da igreja ao fim da missa. Depois de ser colocada em um túmulo aos fundos da pequena capela, o espaço continuará aberto para visitação.

Os trabalhos de suplementação processual foram dirigidos pelo postulador da causa o italiano Paolo Vilotta e o padre Paolo Lombardo da Congregação para Causa dos Santos de Roma. Durante aproximadamente 10 dias eles ouviram testemunhas e coletaram documentos que serão anexados ao processo que encontra-se na Santa Sé. As atividades suplementares se deram na cúria diocesana de Guarabira com a supervisão do bispo dom Lucena e o auxilio dos padres Joanderson Lira na condição de juiz do Tribunal Eclesiástico, do promotor padre Gaspar Rafael e o notário padre Alípio Morais.
Pascom – Diocese de Guarabira 
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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Romaria 02
Fieis de diversas cidades paraibanas participaram da Romaria
A população católica do município de Guarabira, a 98 km da Capital, acordou cedo para recepcionar os fieis das várias partes da Paraíba e até de outros estados, para juntos celebrarem a 29ª Romaria Diocesana ao Santuário do Memorial Frei Damião na manhã deste domingo, 29 de maio.
Centenas de fieis iniciaram a programação do evento religioso às 6h com acolhimento dos romeiros e adoração ao santíssimo na igreja matriz de Santo Antônio, onde de lá seguiram juntos e em procissão a subida da Serra da Jurema, a mais imponente a cidade, que com 370 metros de altitude abriga em seu pico o Memorial Frei Damião que conta com a estátua do Capuchinho, destino dos devotos, que puderam acompanhar a programação sob uma lona de circo que foi montada para proteger os religiosos das altas temperaturas.
Maria do Rosário GBA
Maria do Rosário se apresenta semanalmente na TV Século 21 de São Paulo
A cantora Maria do Rosário da TV Século 21 de São Paulo foi a principal atração musical da 29ª Romaria de Frei Damião. Pela primeira vez em Guarabira, a cantora das ‘Mãos Ensanguentadas de Jesus’ apresentou suas canções no Alto da Serra da Jurema no Santuário Memorial de Frei Damião.
A fé na vida de sacerdócio do Frei que saiu de Bozzano na Itália em 1930 para colocar os pés em terras nordestinas, fez com que milhares de fieis venerassem o religioso, que segundo os próprios devotos, viveu uma vida regada pela simplicidade de um peregrino que levou a esperança e a fé a diversos lugares da maior região do país, lugar que escolheu para viver até seus últimos dias, onde fez inúmeras procissões e segundo muitos, foi e continua sendo um intercessor de graças.
Frei Damião está em processo de beatificação desde outubro de 2003, mas casos de milagres, principalmente no Nordeste, fazem com que ele seja considerado santo por muito devotos, como dona Joana, que aos 77 anos, não mede esforços para todos os anos enfrentar as ladeiras que cortam a serra do memorial, para assim agradecer pelas graças alcançadas.

Pascom com Correio da Paraíba
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A cantora Maria do Rosário da TV Século 21 de São Paulo é a principal atração musical da 29ª Romaria de Frei Damião, neste domingo (29 de maio), em Guarabira.
Pela primeira vez a cantora das ‘Mãos Ensanguentadas de Jesus’ apresenta suas canções no Alto da Serra da Jurema no Santuário Memorial de Frei Damião.
Ouça a entrevista concedida pela cantora a Pascom da Diocese de Guarabira:
Pascom – Diocese de Guarabira
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domingo, 29 de maio de 2016

Romaria Frei Damião
Centenas de cadeiras e dezenas de tendas foram disponibilizadas
É grande a expectativa em torno da 29ª Romaria de Frei Damião que acontecerá neste domingo, 29 de maio, em Guarabira (PB).
Equipes se revezam no Santuário Memorial de Frei Damião, localizado no Alto da Serra da Jurema, em Guarabira, a fim de garantir uma calorosa acolhida aos romeiros advindos dos mais diversos municípios paraibanos.
Neste domingo, a programação se inicia às 6h na Matriz de Santo Antonio no Bairro Novo, com a Hora Santa presidida pelo padre Cícero Roberto, vigário paroquial. Logo após, às 7h, um momento de acolhida e animação acontece em frente a Paróquia. E na sequencia, às 7:30h, os romeiros seguem em procissão rumo ao Santuário Memorial de Frei Damião.
Maria do Rosário se apresenta na TV Século 21, em São Paulo
A cantora Maria do Rosário da TV Século 21 (SP) se apresentará às 8:45h e cantará sucessos como ‘Mãos Ensanguentadas’ e ‘Só em Deus’.
A festa termina com a celebração da Missa do Romeiro, às 10:30h, com a presidência do bispo diocesano de Guarabira, dom Lucena, e a concelebração do reitor do Santuário Memorial Frei Damião, padre Renato, e demais padres da região.
Este ano, a 29ª Romaria lembra os 19 anos de falecimento de Frei Damião. O frade capuchinho faleceu em 31 de maio de 1997.
Pascom – Diocese de Guarabira
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sábado, 28 de maio de 2016

Dom Lucena em Santa Fé
Cerimônia será presidida pelo bispo dom Lucena
Uma missa marcada para as 15:30h deste domingo (27) marca o encerramento da face diocesana do processo de beatificação do Padre José Antônio Maria Ibiapina. O evento litúrgico acontecerá no distrito de Santa Fé, no município de Solânea (PB), com presidência do bispo da Diocese de Guarabira dom Francisco de Assis Dantas de Lucena. Na oportunidade, uma urna com os restos mortais do Servo de Deus será exposta e novamente depositada na capela do Memorial que leva o nome do candidato a santidade.
Os restos mortais já haviam sido removidos para exumação em outra oportunidade, porém, desta vez a exumação tem caráter definitivo com direção de membros da Congregação para Causas dos Santos do Vaticano, em Roma. A exumação faz parte do processo de estudo para reconhecer oficialmente a santidade do religioso.
O recipiente será levado para a parte interna da igreja ao fim da missa. Depois de ser colocada em um túmulo aos fundos da pequena capela, o espaço continuará aberto para visitação.
Os trabalhos de suplementação processual foram dirigidos pelo postulador da causa o italiano Paolo Vilotta e o padre Paolo Lombardo da Congregação para Causa dos Santos de Roma. Durante aproximadamente 10 dias eles ouviram testemunhas e coletaram documentos que serão anexados ao processo que encontra-se na Santa Sé. As atividades suplementares se deram na cúria diocesana de Guarabira com a supervisão do bispo dom Lucena e o auxilio dos padres Joanderson Lira na condição de juiz do Tribunal Eclesiástico, do promotor padre Gaspar Rafael e o notário padre Alípio Morais.
Sobre padre Ibiapina
pe ibiapina
Padre Ibiapina nasceu em 5 de agosto de 1806 e faleceu em 19 de fevereiro de 1883.
Padre católico e missionário brasileiro nascido na Vila de Sobral, hoje histórica cidade da Região Noroeste do Estado do Ceará, que recebeu ordens aos 47 anos e iniciou uma obra missionária, visitando várias regiões do Nordeste, erguendo inúmeras casas de caridade, igrejas, açudes e outras obras em muitas cidades do interior, deixando marcas significativas no apostolado do catolicismo e na vida das pequenas comunidades desta região. Era filho de D. Teresa Maria de Jesus e do tenente-coronel Francisco Miguel Pereira, que participou da Confederação do Equador (1824) ao lado de José Martiniano de Alencar, este pai do escritor José de Alencar. Ao final da Confederação, José Martiniano de Alencar foi inocentado, mas o tenente-coronel Francisco Miguel Pereira não teve a mesma sorte e foi fuzilado no Campo da Pólvora em Fortaleza, local que passou a chamar-se, em homenagem aos participantes da confederação, Praça dos Mártires e, atualmente, Passeio Público. Aos dez anos de idade sua família mudou-se para a vila de Icó, onde seu pai passou a exercer a função de tabelião público. Em Icó completou sua educação primária na escola do professor José Felipe. Algum tempo depois (1819) mudou-se com a família para a cidade do Crato, onde seu pai passou a ser tabelião da comarca recém-criada e ele passou a estudar com o professor José Manuel Felipe Gonçalves. Em nova mudança a família se transfere para Fortaleza (1823) e com a morte da mãe ele ingressa no Seminário de Olinda. Com o início do movimento revolucionário denominado de Confederação do Equador e o profundo envolvimento de seu pai, deixou o seminário e voltou para Fortaleza (1824). Inclusive seu pai acrescentou o sobrenome Ibiapina, passando-se a assinar Francisco Miguel Pereira Ibiapina, em uma homenagem à povoação de São Pedro de Ibiapina, como também fizeram outros confederados. Com a derrota do movimento, seu pai foi preso e fuzilado (1825) e, órfão de pai e mãe, passou a trabalhar para sustentar os irmãos menores e manter financeiramente a família. Também resolveu acrescentar o sobrenome Ibiapina e com a família novamente estabilizada, retornou (1828) ao Seminário de Olinda para continuar os estudos. Após seis meses de internato, desistiu da carreira religiosa e ingressou no Curso de Direito de Olinda e bacharelou-se em leis quatro anos depois (1832). No ano seguinte, tornou-se professor substituto de Direito Natural na Faculdade de Olinda, foi eleito Deputado Geral e nomeado Juiz de Direito da Comarca de Campo Maior, hoje Quixeramobim, na mesorregião dos Sertões Cearenses, a terra de Antônio Conselheiro, notável  revolucionário místico da história do Brasil. Depois de alguns anos como juiz em Campo Maior, período em militou no Partido Liberal, resolveu deixar a magistratura e voltar para o Recife (1837) onde passou a exercer a advocacia em Pernambuco e na Paraíba. Solteiro e aparentemente decepcionado com os tribunais e a política, abandonou tudo para seguir a vida religiosa e novamente voltou ao Seminário. Ordenando-se padre (1853) optou pela vida missionária e iniciou uma grande peregrinação pelo sertão nordestino, praticando obras filantrópicas e socorrendo os mais necessitados. Pregando, orientando, promovendo reconciliações e também construindo obras como açudes, igrejas, casas missionárias, cemitérios, dentre outras tantas possíveis, peregrinou por Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e Paraíba, criando uma legião de seguidores. Com o tempo adquiriu fama de profeta e milagreiro e hoje é venerado como um verdadeiro santo, especialmente pelo interior paraibano, onde foi mais atuante. Faleceu no distrito de Santa Fé, então no município de Arara e hoje no município Solânea, cidade do Brejo da Paraíba, aos 76 anos, deixando uma marca religiosa e social voltada ao povo mais humilde, que alguns historiadores citam que serviu de inspiração para outras notáveis personalidades da história do Nordeste, como Antônio Conselheiro e Padre Cícero. Todos os anos, várias romarias chegam ao Santuário de Santa Fé, localizado no distrito de Santa Fé, no município de Solânea, a 120 quilômetros de João Pessoa, capital da Paraíba, principalmente no dia 19 de fevereiro, dia de sua morte. No Santuário encontram-se o túmulo onde o padre foi sepultado, a casa onde ele faleceu, um museu com peças de época usadas pelo Padre Ibiapina, o museu da cada da farinha, casa dos milagres, anfiteatro, Creche da Criança Padre Ibiapina, Caso do encontro, casa paroquial, praça de alimentação e açude.
Pascom – Diocese de Guarabira
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sexta-feira, 27 de maio de 2016

processosNesta segunda-feira, 23 de maio, o Tribunal Eclesiástico e a Comissão Notária para o processo de beatificação de José Antônio Maria Ibiapinainiciaram os trabalhos de escuta e coleta de provas.
Este é considerado um dos passos mais importantes no processo de beatificação. Caberá ao Tribunal Eclesiástico, constituído em comissão pelos padres Joanderson Lira (juiz), Gaspar Rafael (promotor) e Alípio Morais (notário), interrogar pessoas que darão depoimentos sobre a vida e a religiosidade do padre Ibiapina.
Com base nestes depoimentos será redigida uma documentação histórica do candidato a beatificação que será enviada a Roma e que dará maior embasamento ao processo.
O processo de beatificação e canonização seguem algumas etapas: o processo diocesano que visa recolher a documentação e depoimentos que serão enviados a Roma e posteriormente, a decisão do Vaticano que comprovará a prática heroica da vida, virtudes e fama de santidade Servo de Deus, padre Ibiapina.
Pascom – Pastoral da Comunicação
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